26 janeiro 2015

Começa a ser definido o novo padrão 5G


Ainnn, parece o Gizmodo, que só usa imagem de iPhone...mimimi mimimi

Se você, como o Malcriado, ainda está no 3G porque não vê vantagem no 4G brasileiro, pode começar a se animar. No cenário internacional, já se começou a definir o padrão 5G, que deverá ser implementado a partir de 2020, e então, talvez, o 4G finalmente "pegue". =\


O primeiro documento oficial sobre o 5G prevê velocidades de conexão de até 1Gbps (hoje possíveis somente em redes fixas) em pontos próximos a antenas de pelo menos 50Mbps, conforme o documento, gerado por um grupo formado pelas 24 maiores operadoras do mundo em conjunto com 23 fabricantes e 20 universidades.

Na teoria, a tecnologia de 5G será capaz de atender até 100.000 conexões por quilômetro quadrado, permitindo a navegação até mesmo em deslocamentos de grande rapidez, como dentro de aviões ou de trens-bala(Alô, Dilma! Cadê o trem-bala???).

Por enquanto, só foi assinada uma primeira versão do estudo com as diretrizes do que será o 5G, chamado Nova Geração de Redes Móveis (NGMN, em inglês), e a versão completa das especificações deverá ser divulgada no próximo mês de março. A seguir, o documento será apresentado à aprovação da UIT - União Internacional de Telecomunicações, vinculada à ONU.


Ainnn, Samsung usa Touchwiz, detesto, que lixo...mimimi mimimi

A importância do novo padrão de velocidade e conectividade está diretamente ligada à chamada "internet das coisas", já que, nos próximos anos, cada vez mais objetos do dia-a-dia deverão estar conectados (carros, geladeiras, casas inteligentes etc), o que exigirá uma nova arquitetura de rede, suficiente a prover alcance e confiabilidade de cobertura em tempo real ao mesmo tempo em que garanta a segurança e a privacidade dos dados.

Para tanto, a proposta à UIT contempla a liberação, por parte os governos, de frequências altas (acima de 6GHz) para o novo padrão. Complicado, já que estas frequências, hoje, são utilizadas para a comunicação de satélites e radares e, por isso, a proposta prevê a combinação destas com frequências mais baixas – geralmente ocupadas por outros serviços, como TV ou rádio(!) – para prover uma maior cobertura de rede, algo parecido com o que já acontece no atual sistema 4G brasileiro, que opera na faixa de 2,5 GHz e em breve será combinada com a frequência de 700MHz, utilizada pela TV analógica.

Vem briga boa por aí. Com o espectro de frequências cada vez mais ocupado, os leilões vão virar briga de foice. Não tenho dúvidas de que no Primeiro Mundo a coisa tende a funcionar, mas, como nós conhecemos o país em que vivemos, meu medo real começa com a interferência no sinal da TV digital, e termina no temor de interferências mais graves, como no sinal de GPS (e satélites, em geral), que pode causar qualquer tipo de problema, inclusive acidentes aéreos.

E vocês, ilustres comentaristas, o que acham?

MRJ

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